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Old Jerusalem: «Arduinna And The Science Boy» (MTV Brand:New Tapete Voador)

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O canil é, obviamente, suspeito. Afinal de contas, está ali o nosso Arraiolos, a luz da cidade deste rafeiro que escreve, duas Dianas feitas da mesma luz que ilumina as árvores e a relva, a campainha de uma bicicleta, sombras suspeitas e uma das mais belas músicas de um dos grandes compositores e intérpretes nacionais, esse grande bacano cheio de talento que é o Francisco, aka Old Jerusalem. Foi tudo filmado ao primeiro take e a gravação dos 3 Tapetes Voadores que verão aqui em exclusivo nos próximos dias durou menos de 30 minutos. Neste caso em particular, apetece dizer que todos os elementos se conjugaram em nosso favor: as duas estudantes Erasmus alemãs (Merle e Judith) que de imediato aceitaram o nosso repto, o magnífico tempo que naquele dia permitiu ao Palácio de Cristal fazer jus ao nome, os ruídos do acaso, a voz, as palavras e a guitarra do Francisco. Apetece dizer, de facto, mas não digo - porque tal seria menosprezar a forma magistral como o André Tentugal filmou tudo isto e a superior captação de som do Alexandre da pop tones.

Comments

Maravilhoso, maravilhoso, maravilhoso!! E... maravilhoso! Ah! Maravilhoso!!!!

Oh Toupeira Filipa, isto não me aquece e nem arrefece. Eu a pensar que era o J. nu.

Sois porca. Quereis é promiscuidade!

Eu? Jamais.
Apenas procuro momentos de risota.
Sua Algarvia!!

Vá meninas, juízo.

Toupeira: que bom que tenhas achado isto maravilhoso 5x. Este clipe mexe muito comigo.

E comigo! Podia escrever no mínimo 20 linhas sobre ele!

Eu gosto muito.

Bastarda! Rafeira adoptada! Não sois d'agente!

Simplesmente genial...
não há palavras para descrever... que ninguem leia isto, mas na minha opinião o melhor conteudo de sempre do BN (e da mtv)
Abraços e bjs à familia BN

Obrigado, Zen Flin. Que boa onda haver mais malta que se derreta com isto. Abraço.

nao ha palavras de facto para descrever o quao belo e isto. ja passa na mtv?

Não querendo entrar na panelinha, tenho de concordar com a opinião do mascarado.

Apoio a opinião da Toupeira.
Apesar d prometer 20 linhas e agora dizer q tb já não tem palavras.
Cá pra mim, ela gosta é q lhe piquem.
Sua inconstante! Não tens palavra nem tens olhos! Baaah! O q tu queres é terra.

Paulo: ainda não, mas... quem sabe... :-)

Hilário: maravilha, não é?

A Toupeira estava a referir-se à segunda opinião: «mas na minha opinião o melhor conteudo de sempre do BN (e da mtv)».

E não gosto nada de ouriços!

Já não vinha aqui há tempos e apanho logo com isto. Vou já vasculhar os arquivos.

Conheço muito bem essa luz. E fiquei com vontade de lá ir ainda hoje. Obrigado pela música.

JP: se é! E como diz a furona q anda por aqui, é isso vezes 5, ou mais. Olha q eu conheço mt Takeawayshows e os imensos sucedâneos por esse mundo fora, mas nada com essa beleza.
Eu já t tinha dito q o André era "grande", lembras-t ? E + o "menino do tempo", tens a equipa perfeita pr fazeres algo especial nessa formula.

T: isso quer dizer q afinal sempre tens "palavras pr descreveres". Vá lá, 20 linhas, então?... e eu passo a ser meiguinho.

Obrigado, Hilário, é um amigahaço. Convém também não esquecer que a escolha do local não é inocente: é ali que o Rui Rio quer construir mais uma caixa de cimento.

E não dá pr (a)tirar o Rui ao Rio ?

Vam'lá ver!!! Eu disse que podia. Não quer dizer que o faça. E talvez nem fosse próprio de ler neste blog... nós, toupeiras furonas, gostamos mais de andar escondidinhas :)

Anda lá, Toupeira, não sejas tímida...

Ok. Então tá bem, furona.
Eu m limitarei a guardar os meus pensamentos sobre tudo do q são capazes d fazer nas vossas covas... já q tb não seria próprio d ler neste blog.

Leveza e uma alegre melancolia presa entre o descanso e um rabisco de doce.
O fechar de olhos e a queda do corpo cansado.
Ouvir. Apenas ouvir.
De repente as memórias...
Essas, que nos invadem sem que tenhamos convidado o quente da sua presença.
E então, neste momento perpétuo, deixamos de ser o conflito que somos.
Tornamo-nos a essência escondida que nos faz sonhar. Que nos inventa os planos.
Acreditamos plenamente nas nossas fraquezas e nas fábulas que antes enterrámos.
Flutuar. Flutuar em chão firme. Flutuar na calma constante em contraste.
Seguir o trajecto ininterrupto pelos vários corpos orgânicos, queimados pela
luz dourada; essa serenidade amena que nos aconchega a existência.

Um par de pés, e então, dois. Ao longe o poeta, como banda sonora dos sonhos mais
distantes. Num rencanto escondido no meio da selva de cimento.
Tão vazio e tão cheio.

Caro JP, ajeita ali a quebra de linha dos «sonhos mais distantes».
E auto-destrói esta mensagem. ahah

WOW!!!
A minha curvadíssima vénia perante isto.
Retiro tudo o q terei dito e declaro-m já teu venerador.

A Toupeira quando é convocada para duelos gosta de se portar à altura :)

Belo texto, Toupeira. Não percebi foi a dica de ajeitar a quebra de linha. Não está bem assim?

o «distantes. Num recanto escondido no meio da selva (...)» devia estar na mesma linha do «mais», que ficou sozinho na linha anterior.

Deve ser do facto de estar com o Safari do Mac: daqui está tudo ok. :-)

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